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MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO PARA O 52º DIA MUNDIAL DE ORAÇÃO PELAS VOCAÇÕES

(26 de Abril de 2015 – IV Domingo de Páscoa)
Tema: “O êxodo, experiência fundamental da vocação!”.

Amados irmãos e irmãs!

O IV Domingo de Páscoa apresenta-nos o ícone do Bom Pastor, que good-shepherd-2conhece as suas ovelhas, chama-as, alimenta-as e conduz- as. Há mais de 50 anos que, neste domingo, vivemos o Dia Mundial de Oração pelas Vocações. Este dia sempre nos lembra a importância de rezar para que o «dono da messe – como disse Jesus aos seus discípulos – mande trabalhadores para a sua messe» (Lc 10, 2). Jesus dá esta ordem no contexto dum envio missionário: além dos doze apóstolos, Ele chamou mais setenta e dois discípulos, enviando-os em missão dois a dois (cf. Lc 10,1-16). Com efeito, se a Igreja «é, por sua natureza, missionária» (Conc. Ecum. Vat. II, Decr. Ad gentes, 2), a vocação cristã só pode nascer dentro duma experiência de missão. Assim, ouvir e seguir a voz de Cristo Bom Pastor, deixando-se atrair e conduzir por Ele e consagrando-Lhe a própria vida, significa permitir que o Espírito Santo nos introduza neste dinamismo missionário, suscitando em nós o desejo e a coragem jubilosa de oferecer a nossa vida e gastá-la pela causa do Reino de Deus.

A oferta da própria vida nesta atitude missionária só é possível se formos capazes de sair de nós mesmos. Por isso, neste 52º Dia Mundial de Oração pelas Vocações, gostaria de refletir precisamente sobre um «êxodo» muito particular que é a vocação ou, melhor, a nossa resposta à vocação que Deus nos dá. Quando ouvimos a palavra «êxodo», ao nosso pensamento acodem imediatamente os inícios da maravilhosa história de amor entre Deus e o povo dos seus filhos, uma história que passa através dos dias dramáticos da escravidão no Egito, a vocação de Moisés, a libertação e o caminho para a Terra Prometida. O segundo livro da Bíblia – o Êxodo – que narra esta história constitui uma parábola de toda a história da salvação e também da dinâmica fundamental da fé cristã. Na verdade, passar da escravidão do homem velho à vida nova em Cristo é a obra redentora que se realiza em nós por meio da fé (Ef 4, 22-24). Esta passagem é um real e verdadeiro «êxodo», é o caminho da alma cristã e da Igreja inteira, a orientação decisiva da existência para o Pai.

Na raiz de cada vocação cristã, há este movimento fundamental da experiência de fé: crer significa deixar-se a si mesmo, sair da comodidade e rigidez do próprio eu para centrar a nossa vida em Jesus Cristo; abandonar como Abraão a própria terra pondo-se confiadamente a caminho, sabendo que Deus indicará a estrada para a nova terra. Esta «saída» não deve ser entendida como um desprezo da própria vida, do próprio sentir, da própria humanidade; pelo contrário, quem se põe a caminho no seguimento de Cristo encontra a vida em abundância, colocando tudo de si à disposição de Deus e do seu Reino. Como diz Jesus, «todo aquele que tiver deixado casas, irmãos, irmãs, pai, mãe, filhos ou campos por causa do meu nome, receberá cem vezes mais e terá por herança a vida eterna» (Mt 19, 29). Tudo isto tem a sua raiz mais profunda no amor. De facto, a vocação cristã é, antes de mais nada, uma chamada de amor que atrai e reenvia para além de si mesmo, descentraliza a pessoa, provoca um «êxodo permanente do eu fechado em si mesmo para a sua libertação no dom de si e, precisamente dessa forma, para o reencontro de si mesmo, mais ainda para a descoberta de Deus» (Bento XVI, Carta enc. Deus caritas est, 6).

A experiência do êxodo é paradigma da vida cristã, particularmente de quem abraça uma vocação de especial dedicação ao serviço do Evangelho. Consiste numa atitude sempre renovada de conversão e transformação, em permanecer sempre em caminho, em passar da morte à vida, como celebramos em toda a liturgia: é o dinamismo pascal. Fundamentalmente, desde a chamada de Abraão até à de Moisés, desde o caminho de Israel peregrino no deserto até à conversão pregada pelos profetas, até à viagem missionária de Jesus que culmina na sua morte e ressurreição, a vocação é sempre aquela ação de Deus que nos faz sair da nossa situação inicial, nos liberta de todas as formas de escravidão, nos arranca da rotina e da indiferença e nos projeta para a alegria da comunhão com Deus e com os irmãos. Por isso, responder à chamada de Deus é deixar que Ele nos faça sair da nossa falsa estabilidade para nos pormos a caminho rumo a Jesus Cristo, meta primeira e última da nossa vida e da nossa felicidade.

Esta dinâmica do êxodo diz respeito não só à pessoa chamada, mas também à actividade missionária e evangelizadora da Igreja inteira. Esta é verdadeiramente fiel ao seu Mestre na medida em que é uma Igreja «em saída», não preocupada consigo mesma, com as suas próprias estruturas e conquistas, mas sim capaz de ir, de se mover, de encontrar os filhos de Deus na sua situação real e compadecer-se das suas feridas. Deus sai de Si mesmo numa dinâmica trinitária de amor, dá-Se conta da miséria do seu povo e intervém para o libertar (Ex 3, 7). A este modo de ser e de agir, é chamada também a Igreja: a Igreja que evangeliza sai ao encontro do homem, anuncia a palavra libertadora do Evangelho, cuida as feridas das almas e dos corpos com a graça de Deus, levanta os pobres e os necessitados.

Amados irmãos e irmãs, este êxodo libertador rumo a Cristo e aos irmãos constitui também o caminho para a plena compreensão do homem e para o crescimento humano e social na história. Ouvir e receber a chamada do Senhor não é uma questão privada e intimista que se possa confundir com a emoção do momento; é um compromisso concreto, real e total que abraça a nossa existência e a põe ao serviço da construção do Reino de Deus na terra. Por isso, a vocação cristã, radicada na contemplação do coração do Pai, impele simultaneamente para o compromisso solidário a favor da libertação dos irmãos, sobretudo dos mais pobres. O discípulo de Jesus tem o coração aberto ao seu horizonte sem fim, e a sua intimidade com o Senhor nunca é uma fuga da vida e do mundo, mas, pelo contrário, «reveste essencialmente a forma de comunhão missionária» (Exort. ap. Evangelii gaudium, 23).

Esta dinâmica de êxodo rumo a Deus e ao homem enche a vida de alegria e significado. Gostaria de o dizer sobretudo aos mais jovens que, inclusive pela sua idade e a visão do futuro que se abre diante dos seus olhos, sabem ser disponíveis e generosos. Às vezes, as incógnitas e preocupações pelo futuro e a incerteza que afecta o dia-a-dia encerram o risco de paralisar estes seus impulsos, refrear os seus sonhos, a ponto de pensar que não vale a pena comprometer-se e que o Deus da fé cristã limita a sua liberdade. Ao invés, queridos jovens, não haja em vós o medo de sair de vós mesmos e de vos pôr a caminho! O Evangelho é a Palavra que liberta, transforma e torna mais bela a nossa vida. Como é bom deixar-se surpreender pela chamada de Deus, acolher a sua Palavra, pôr os passos da vossa vida nas pegadas de Jesus, na adoração do mistério divino e na generosa dedicação aos outros! A vossa vida tornar-se-á cada dia mais rica e feliz.

A Virgem Maria, modelo de toda a vocação, não teve medo de pronunciar o seu «fiat» à chamada do Senhor. Ela acompanha-nos e guia-nos. Com a generosa coragem da fé, Maria cantou a alegria de sair de Si mesma e confiar a Deus os seus planos de vida. A Ela nos dirigimos pedindo para estarmos plenamente disponíveis ao desígnio que Deus tem para cada um de nós; para crescer em nós o desejo de sair e caminhar, com solicitude, ao encontro dos outros (cf. Lc 1, 39). A Virgem Mãe nos proteja e interceda por todos nós.

Vaticano, 29 de Março – Domingo de Ramos – de 2015.      Franciscus PP.

 

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Congresso da Vida Religiosa Consagrada

Em comemoração ao Ano da Vida Religiosa Consagrada, realizou-se IMG_3657nos dias 07 a 10 de abril, o 1º Congresso Nacional da Vida Religiosa Consagrada. O Congresso aconteceu no Centro de Eventos do Santuário de Nossa Senhora Aparecida, em São Paulo. Foram 2.200 os Religiosos que participaram. De nossa Província foram 52 as Irmãs que vivenciaram este acontecimento inédito.
As Irmãs do Sul, lotaram um ônibus e partiram em Romaria. Em Aparecida encontramos as demais Irmãs do Acre, Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro.
O tema do Congresso foi: Assumir o Núcleo Identitário da Vida IMG_3751Religiosa Consagrada: Atitude Profética, Processo Mistagógico. O lema que nos animou durante os dias todos foi: “Não ardia nosso coração quando ele nos falava pelo caminho” (Lc 24,32). O Objetivo Geral: “Animar, fazer arder o coração da Vida Consagrada para a missão e a profecia, em vista da vivência da Radicalidade do seguimento de Jesus Cristo, com alegria e esperança” foi desenvolvido com temas que responderam a este Objetivo.

O Congresso ofereceu momentos fortes, motivando os 2.200 11149297_1002271959785436_678416105289956701_nReligiosos a viver a fé a partir de dentro. Fazer silêncio do coração. Viver o mistério de Deus a partir de dentro.
Toda esta experiência para quê? Para que possamos partilhar com sempre mais ardor e convicção esta experiência com os irmãos em nossa Missão.
Com certeza foi uma oportunidade a mais para renovar a vivencia de nossa Vida Religiosa Consagrada e intensificar o nosso processo de Renovação Espiritual.
As Irmãs voltaram felizes e agradecidas por esta oportunidade que a Província lhes proporcionou. Com gratidão exclamamos: Oh! Quanto é bom o bom Deus!

Irmã Amélia Maria Weschenfelder. SND

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Mozambique

CELEBRANDO O RITO DE PASSAGEM DE NOSSAS FORMANDAS, MOÇAMBIQUE

No dia 22 de Fevereiro de 2015, enchemo-nos de alegria pela celebração do Rito de Passagem de nossa formandas, numa cerimônia muito significativa. Algumas delas vieram para a casa de formação no começo deste ano; estas receberam neste dia, roupas especiais e uma medalha de Santa Júlia. Outras, tornaram-se Candidatas e receberam uma medalha de Nossa Senhora.

No momento da renovação de seu compromisso, elas acenderam uma vela e a seguraram todas juntas, como sinal de unidade do grupo.

Todas as 11 Irmãs SND, que moram em Moçambique, puderam estar presentes e este foi um grande dia, cheio de alegria e esperança. Estamos felizes e agradecidas por termos as queridas formandas conosco, sonhando juntas o mesmo sonho, que a bondade e o amor providente de Deus possam ser experimentados e vividos por todos.

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Kristin

IRMÃ MARIA KRISTIN BATTLES – SUPERIORA GERAL DA CONGREGAÇÃO DE NOSSA SENHORA

Kristin

    IRMÃ MARIA KRISTIN BATTLES

Eu era uma menina muito levada. Estudei em 7 diferentes escolas públicas até que minha mãe matriculou-me em uma escola das Irmãs Notre Dame, pois acreditava que a educação católica me ajudaria. A primeira vez que tive contato com a Bíblia foi como se algo abrisse meus olhos. No Ensino Médio, uma Irmã perguntou-me se eu já havia pensado em ser Irmã. – Não! – respondi imediatamente. Mas, fiquei curiosa e fui observar o que as Irmãs faziam e vi que faziam muitos, muitos, muitos trabalhos junto aos pobres, vi que as Irmãs eram felizes e percebi o que a educação católica fez por mim. Então decidi que eu poderia ajudar outras pessoas da mesma forma que eu fui ajudada. Senti que Deus me chamava. E aceitei gradativamente. A vocação é como uma piscina. Quando você entra, você pode ficar na parte rasa ou você pode prender a respiração e mergulhar na parte mais funda. É assim que vejo a vocação, como uma aventura. Você nunca sabe aonde vai morar, quem vai precisar de você, o que você vai fazer. A vida se torna mais rica e mais profunda. Este ano, completo 50 anos de vocação, e posso lhes dizer, nem um dia me arrependi de minha escolha.

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Irmãs de Notre Dame participam do Seminário Nacional sobre Vida Religiosa Consagrada

Proclamado pelo Papa Francisco como o Ano Internacional da Vida Religiosa Consagrada, 2015 será marcado por encontros de estudo, aprofundamentos, romarias e retiros, entre religiosos. Os eventos, realizados em todo o mundo, pretendem debater assuntos como a fidelidade ao Senhor, à Igreja, ao próprio Carisma e ao homem de hoje.

Dentro dessa programação, no Brasil, acontece o Seminário Nacional, em Aparecida do Norte (SP), entre 07 e 10 de abril. Organizado pela Conferência dos Religiosos, ele debaterá o tema “Assumir o Núcleo Identitário da Vida Consagrada: Atitude Profética, Processo Mistagógico”, através de conferências, celebrações eucarísticas, procissões e momentos de partilha.

Cerca de 2 mil religiosos devem participar da programação, que Notre-Dame3acontece no Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida. Entre eles estarão 35 religiosas da Congregação das Irmãs de Nossa Senhora, que juntamente com alguns sacerdotes e religiosas de outras ordens, partiram de Passo Fundo para participar desse Seminário, na segunda-feira (06). Conforme a vice-superiora provincial da Congregação, Ir. Lourdes Urban, o momento é de emoção para todas. “Atendemos com alegria ao chamado do Papa para participar desse momento histórico. Estamos levando centenas de pedidos de oração e de ação de graças dos pais, familiares e colaboradores Notre Dame para depositar aos pés da Padroeira do Brasil”, destaca.

http://provincia.notredame.org.br/noticias/irmas-de-notre-dame-participam-do-seminario-nacional-sobre-vida-religiosa-consagrada/

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Cristo Venceu!

A vida tem a palavra final

      “Por que buscais entre os mortos aquele que vive? Não está aqui, ressuscitou!” Lucas 24, 5-8. A ressurreição de Jesus é a certeza que o amor de Deus é mais forte do que a morte. Nos traz esperança diante das situações opressoras que existem em nosso mundo. Um dia elas terão um fim.

Quem descobre a presença de Jesus Ressuscitado tem sua vida jesusmais feliz. Compreende que não pode contentar-se com um amor que é menor do que o amor de Deus.

O encontro com Aquele que foi crucificado e ressuscitou, transforma a pessoa em nova criatura; leva a enxergar o mundo e as pessoas através dos olhos do próprio Deus.

O Ressuscitado convida cada homem, mulher, idoso, jovem ou criança a construir um mundo mais justo e fraterno.

 Feliz Páscoa!

Que o Senhor te abençoe,

Te guarde,

Te proteja

Te conceda a sua paz!

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Paixão do Senhor: Quantos prisioneiros na mesma condição de Jesus!

PF1Cidade do Vaticano (RV) – O Papa Francisco presidiu, nesta Sexta-feira Santa (03/04), na Basílica de São Pedro, a Celebração da Paixão do Senhor. Nesse dia, não se celebra a Santa Missa, mas as funções da Sexta-feira da Paixão com a Liturgia da Palavra, Adoração da Cruz e Comunhão Eucarística.

A homilia da celebração foi feita pelo Pregador da Casa Pontifícia, Frei Raniero Cantalamessa, que baseou a sua reflexão nas palavas de Pilatos: “Eis o homem”, recordando os muitos “Eis o homem” de nossos dias vítimas da fome, pobreza, injustiça e exploração.

“Desses males já se fala muitas vezes, embora nunca o suficiente, e há o risco de se tornarem abstrações. Categorias, não pessoas. Pensemos agora no sofrimento dos indivíduos, das pessoas com nome e identidade concreta; nas torturas decididas a sangue frio e infligidas voluntariamente, neste exato momento, por seres humanos contra outros seres humanos, inclusive crianças”, frisou Frei Cantalamessa.

dbbxukmhm8fmoo6oao8apv23h“Quantos “Eis o homem” no mundo! Meu Deus, quantos Eis o homem”! Quantos prisioneiros na mesma condição de Jesus no pretório de Pilatos: sozinhos, algemados, torturados, à mercê de soldados ásperos e cheios de ódio, que se entregam a todo tipo de crueldade física e psicológica, divertindo-se em ver sofrer. “Não podemos dormir, não podemos deixá-los sós!”, disse ainda o capuchinho.

“A exclamação “Eis o homem!” não se aplica somente às vítimas, mas também aos carnífices. Ela quer dizer: eis aqui do que o homem é capaz! Com temor e tremor, digamos ainda: eis do que somos capazes nós, homens! Muito distante da marcha inexorável do Homo sapiens sapiens, o homem que, segundo alguns, nasceria da morte de Deus e tomaria o seu lugar”, frisou.

Recordando o sofrimento dos cristãos, Frei Cantalemessa destacou que eles “não são, certamente, as únicas vítimas da violência homicida que há no mundo, mas não se pode ignorar que, em muitos países, eles são as vítimas marcadas e mais frequentes. Jesus disse um dia aos seus discípulos: “Chegará uma hora em que aqueles que vos matarem julgarão estar honrando a Deus”. Talvez estas palavras nunca tenham achado na história um cumprimento tão pontual quanto hoje”, disse ele.

“Os mártires perfeitos celebraram a mais esplêndida das festas pascais ao ser admitidos no banquete celeste. Será assim para muitos cristãos também na Páscoa deste ano, 2015 depois de Cristo.”

Disse ainda o capuchinho, “então, indagará alguém, seguir a Cristo é sempre um resignar-se passivamente à derrota e à morte? Pelo contrário! “Tende coragem”, disse Ele aos apóstolos antes da Paixão: “Eu venci o mundo”. Cristo venceu o mundo vencendo o mal do mundo.

“Os verdadeiros mártires de Cristo não morrem com os punhos cerrados, mas com as mãos juntas. Tivemos tantos exemplos recentes”, disse Frei Cantalamessa, recordando que foi Cristo quem deu aos 21 cristãos coptas mortos pelo Estado Islâmico na Líbia, em 22 de fevereiro passado, a força para morrerem murmurando o seu nome. (MJ)

(from Vatican Radio)

Fonte: http://www.news.va/pt/news/paixao-do-senhor-quantos-prisioneiros-na-mesma-con

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FORMAÇÃO E REENCONTROS

A comunidade São Sebastião – Jordão/AC, vivenciou entre os diasImagem214 e 19 de março momentos diversos de formação. O convite primeiro era para o trabalho com catequistas, assessores e coordenadores da Infância Missionária que ocupou o fim de semana. Encontros para uma formação específica com conteúdo catequético, da IM e também sobre o Dízimo foram se seguindo ao longo da semana. Coube ainda um ‘feliz encontro’ e uma reflexão com turmas de Ensino Médio, “costurando” as temáticas DEUS-FÉ-LIBERDADE-VOCAÇÃO, pela manhã do dia 18/03.

Além da contribuição formativo-pastoral a visita oportunizou-me o Imagem4reencontro com o povo, sempre acolhedor, e com nossas irmãs Nonata Aguiar e Noeli Friderichs, que vivem um engajamento muito peculiar na educação e evangelização no município e comunidades ribeirinhas. Oportuna foi ainda a visita às famílias das juvenistas Sandra Leão e Gleidiane Gomes, que estão conosco em Feijó. As surpresas quanto aos avanços da comunidade, a acolhida calorosa e a gratidão das pessoas pelo bem que as irmãs têm feito nesse canto da Amazônia, Imagem3fronteiriço com o Peru, e com grande presença indígena Kaxinawá, deixaram em mim sentimentos e pensamentos que compartilho: alegria, gratidão pela missão Notre Dame.

 

Ir. Deuza Maria da Silva Moura, SND

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500 Anos do Nascimento de Santa Teresa D’Ávila

Santa Teresa de Jesus ou Teresa de Ávila, mística e doutora da Igreja Católica.

28 de março de 2015, comemoram-se 500 anos do nascimento de Santa Teresa de Jesus ou Teresa de Ávila, mística e doutora da Igreja Católica. TA Igreja prepara-se agora para recordar os 500 anos do nascimento de Santa Teresa de Jesus. Isto significa, sobretudo, penetrar no mistério indizível da bondade de Deus e dos desígnios da providência divina, no sentido de dizer um muito obrigado pela dádiva de uma lição gratuita de humanismo, sem jamais se esquecer de seus dotes literários, bem como de sua mais alta psicologia e pedagogia, a causar enorme influência no conhecimento e sabedoria da criatura humana. Penso que o Quinto Centenário da reformadora e renovadora, seja um tempo de profunda graça interior, no qual a Igreja é chamada a reavivar o dom do fervor e do ardor na vida contemplativa, espiritual, pastoral e no anúncio do Evangelho.

STATrata-se de uma grande festa de ação de graças pelo dom da mística de Teresa D’Ávila, totalmente ofertado à Igreja, numa figura humana marcada pela graça da santidade, tão inteligente e capaz, a ponto de reformar e renovar o interior da Igreja, consciente de que a mesma, embora na sonhada busca pela perfeição, pureza e lisura, é uma Igreja santa e pecadora, sempre necessitada de conversão. Ela buscava incessantemente a vida interior, a qual tão bem descreveu como um castelo de sete moradas, no qual Deus habita no mais alto nível. Neste sentido, assim rezava: “Nada te perturbe. Nada te amedronte. Tudo passa, só Deus não muda. A paciência tudo alcança. A quem tem Deus nada falta. Só Deus basta!”

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Pe. Geovane Saraiva            Fortaleza, Ce

Diante de uma criatura humana exemplar e referencial atemporal como Teresa D’Ávila, um verdadeiro milagre do inefável mistério de Deus, falta-nos a palavra perfeita para expressar o significado dessa preparação para a completude de seus 500 anos de existência (1515-2015). Não tenho dúvida alguma tratar-se de uma mulher fortemente imbuída do Espírito de Deus, assim percebo o interior de nossa irmã D’Ávila: “Como a corça que suspira pelas águas da torrente, assim minha alma suspira por vós, Senhor. Minha alma tem sede do Deus vivo” (cf. Sl 42, 1). Suas belíssimas reflexões nos fazem pensar que temos tudo o que precisamos à mão, agora mesmo, para realizar o projeto de Deus: “O Senhor não olha tanto a grandeza das nossas obras. Olha mais o amor com que são feitas”. Santa Teresa também nos indaga sobre a superficialidade de nossos sentimentos: “O verdadeiro humilde sempre dúvida das próprias virtudes e considera mais seguras as que vê no próximo”.

Como é maravilhoso comemorar os 500 anos do nascimento de Santa Teresa de Jesus em um conjunto de iniciativas de âmbito espiritual e cultural, com exposições, cursos e peregrinações. O Papa Francisco concedeu a graça da sua bênção a todos os fiéis que “verdadeiramente arrependidos e movidos pela caridade” assistam aos Rituais Sagrados em datas específicas, a saber: Início do Ano Jubilar, a 15 de outubro de 2014; no dia de Natal, 25 de dezembro; e em 2015, no aniversário do nascimento de Santa Teresa de Jesus, dia 28 de março; no dia de Páscoa, a 5 de abril, e no encerramento do Ano Jubilar a 15 de outubro de 2015. Mais ainda, o Papa Francisco decretou um Ano Jubilar por ocasião do Quinto Centenário do nascimento daquela que afirmou: “Senhor, sou uma filha da vossa Igreja e como filha da Igreja Católica quero morrer”; sendo considerada fundadora dos Carmelitas Descalços juntamente com São João da Cruz. Bendito seja Deus por suas santas criaturas!

Fonte: Pe. Geovane Saraiva (Fortaleza, Ceará)

http://catolicanet.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=3518:santa-teresa-davila-500-anos&catid=46:articulistas&Itemid=88

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Visita da Superiora Provincial ao Colégio ND Brasília

Na sexta-feira (20), o Colégio Notre Dame Brasília recebeu a Superiora Provincial da Congregação das Irmãs de Nossa Senhora, Ir. Araci Maria Ludwig. A cada ano do seu governo, a religiosa faz uma visita canônica às comunidades religiosas mantidas pela Província da Santa Cruz, a fim de acompanhar o desenvolvimento da Missão, em atividades educacionais, evangelizadoras, pastorais e religiosas, e de dar atenção aos anseios específicos das localidades.

EI-VISITA PROVINCIAL(6)A religiosa foi recepcionada e homenageada pelos estudantes da Educação Infantil, que além de apresentar músicas e coreografias, também entoaram o Hino das Escolas Notre Dame. Ao agradecer pelas homenagens prestadas e pelos presentes confeccionados pelas próprias crianças, Ir. Araci parabenizou os estudantes e o Colégio Notre Dame Brasília pelo estímulo às habilidades e competências de cada um dele

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http://devel.brasilia.notredame.org.br/visita-da-presidente-da-mantenedora-e-superiora-provincial-da-congregacao-das-irmas-de-nossa-senhora/